Brusque ultrapassa 1,4 mil focos do mosquito Aedes aegypti; veja números por bairro

A Diretoria de Vigilância em Saúde de Brusque, por meio do Programa de Combate a Endemias, atualizou os números da dengue e de focos do mosquito Aedes aegypti na cidade.

O levantamento demonstra que, de janeiro até agora, o município soma 1.425 focos do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika, entre outras doenças. São 25 focos a mais em relação ao balanço anterior, divulgado em 17 de agosto.

O bairro com maior número de focos é Águas Claras, com 128 notificações, seguido por Souza Cruz, com 111; Azambuja, 102; Jardim Maluche, com 95; Centro 1, que tem 85 focos. Completam as regiões com maior número de focos os bairros Santa Rita, com 83 e Primeiro de Maio, com 80 focos identificados ao longo de 2021.

A partir destes números, estão mantidos os mesmos oito bairros brusquenses considerados infestados pela equipe técnica do Programa de Combate a Endemias desde o levantamento anterior: Santa Terezinha, Santa Rita, São Luiz, Nova Brasília, Steffen, São Pedro, Azambuja e Águas Claras. O que determina quando uma localidade é considerada infestada é uma análise que considera critérios como a quantidade de focos e de casos.

Casos

Quanto aos casos, eles somam 89 ao longo de 2021. Destes, foram confirmados 13 diagnósticos de dengue, sendo 12 autóctones, que são os contraídos no município, e um importado de Joinville. E 68 negativos para a doença.

Retrospecto da doença

Analisando os dados desde 2017 até o momento, o ano de 2020 foi o que registrou os maiores números de casos. Foram 194 suspeitos, onde 148 foram descartados, 46 confirmados e destes, 30 autóctones. Em 2021, de janeiro a setembro, as estatísticas apontam 89 suspeitos, sendo 68 descartados, 13 confirmados, com 12 autóctones e um importado de Joinville.

Ações

Para conscientizar a população e buscar a redução de focos, além da atuação maciça dos ACEs, a Secretaria de Saúde, por meio da Diretoria de Vigilância em Saúde, também conta com a vistoria aérea efetuada com o apoio de um drone, que permite o acesso a imóveis fechados e a locais onde os agentes, por terra, não conseguem entrar.

E há, ainda, a fiscalização conjunta da equipe do Programa de Combate a Endemias com os profissionais da Vigilância Sanitária em recicladoras, borracharias, ferros velhos, depósitos de materiais, cemitérios e afins, locais identificados pela equipe técnica como “pontos estratégicos”.

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