Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio: As tecnologias do campo que cuidam do planeta

Surasak Suwanmake/Gettyimages

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Práticas sustentáveis adotadas na agropecuária podem ajudar a melhorar a saúde do planeta

Inerente à existência da terra e dos seres humanos, a camada de ozônio é invisível a olho nu, mas sua importância contra os raios ultravioleta emitidos pelo sol, que são capazes de acabar com as formas de vida do planeta, é cada vez mais presente na vida das pessoas. Não à toa, o reconhecimento desta ferramenta de sobrevivência do planeta motivou a criação do Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. A data escolhida hoje (16) foi criada em 1994 pela Assembleia Geral das Nações Unidas para marcar a assinatura do Protocolo de Montreal, tratado internacional em que signatários prometem substituir substâncias capazes de destruir essa proteção.

Algumas das perigosas substâncias são os GEEs (gases do efeito estufa), que podem decompor parte da camada de ozônio e promover o aquecimento da temperatura do planeta, resultando em mudanças climáticas que comprometem a vida na terra. Estão no grupo o CO2 (dióxido de carbono), o CH4 (metano) e o N2O (óxido nitroso), produzidos por diferentes setores econômicos, dentre eles o agronegócio. Segundo o mais recente inventário de GEEs, o setor agrícola brasileiro é responsável pela emissão de 470 milhões de toneladas de CO2 equivalente. O setor de energia, com a queima de combustíveis fósseis responsáveis por 81%, emitiu em 2019, segundo o Iema (Instituto de Energia e Meio Ambiente), 414 milhões de toneladas de CO2 na natureza.

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A boa notícia é que, ao contrário de outros setores da economia que somente emitem GEEs, as atividades do campo também mitigam e sequestram esses gases, podendo levar a um balanço negativo de carbono, ou seja, ajudam o planeta.  A adoção de tecnologia como biogás, sistemas integrados e plantio direto, por exemplo, podem ajudar produtores a reduzirem suas pegadas de carbono e prestar serviços ambientais à sociedade. Afinal, é o solo das fazendas que funciona como um depósito de carbono, como um sequestrador de GEEs. 

Conheça oito práticas sustentáveis, reconhecidas pela Embrapa, e que já são adotadas no agro brasileiro para frear as mudanças climáticas:

Kiko Sierich/Fundação Parque Tecnológico de Itaipu
Fabiano Marques Dourado Bastos/Embrapa

Wenderson Araujo/Trilux/CNA
Tatyun/Getty
Peter Dazeley/Getty
Jeff Hutchens/Getty
Getty Images

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