Exclusivo: Ex-MBL acusa membros do movimento de agressão e furto de celular. Por Zambarda

Mario Fortes, ex-MBL. Foto: Reprodução

Em um boletim de ocorrência aberto na 78º DP no bairro dos Jardins, em São Paulo, Mario Fortes, ex-coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), acusa três integrantes do movimento hoje de lesão corporal e furto de celular (que depois foi devolvido) após o protesto deles neste domingo (13).

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Suposta agressão e furto

Ex-MBL acusa membros do movimento de agressão e furto de celular Foto: Reprodução

De acordo com trechos do documento enviados ao DCM, Mario foi a um bar na região da Avenida Paulista com um amigo. No local, eles perceberam a presença do fundador do MBL, Renan Santos, e de alguns outros integrantes

Mario afirma que recebeu uma intimidação de Amanda Vettorazzo, ex-candidata à vereadora pelo MBL. Hoje ela trabalha como assessora de gabinete da mesa diretora.

Amanda Vettorazzo
Amanda Vettorazzo, do MBL – Foto: Reprodução/Instagram

Segundo o ex-MBL, Amanda afirmou que seria a última vez que ela daria esse tipo de “ordem”, acompanhada por Vitor Hugo Liasch Siqueira, que trabalhou como assessor no gabinete de Fernando Holiday e de Marlon Luz. Percebendo a situação, Mario diz que começou a filmar com seu smartphone. Naquele momento, Arthur Alves Scarance, teria furtador o celular e “saiu correndo”.

Mario relata que a tentativa de recuperar o aparelho resultou em agressões físicas, a ponto dele cair no chão sangrando. Ele não foi socorrido por ninguém do MBL.

Ex-MBL acusa membros do movimento de agressão e furto de celular Foto: Reprodução

Essas informações foram registradas em BO e constam em um pedido de perícia no IML.

Entramos em contato com o Movimento Brasil Livre (MBL) e a assessora Amanda Vettorazzo.

Amanda mandou o seguinte esclarecimento ao DCM:

“Durante nossas manifestações, Mario estava circulando com amigos nos arredores do nosso caminhão de som. Sua presença nos causa desconforto, pois ele já tentou invadir nosso escritório para tirar satisfação de sua saída do movimento.

Desta vez, Mario continuou nos perseguindo depois do ato, entrando no mesmo bar que a gente. Conversei e disse que estava preocupada com ele nos seguindo, mas de nada adiantou, tivemos que ir para outro bar, onde ele também nos perseguiu.

Intimidada e com medo, comecei a discutir com Mario pedindo para parar de nos seguir, foi quando ele começou a gritar e discutir. Meus amigos, por minha proteção, me levaram pra dentro do bar. Após isso, não vi o que aconteceu”.

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