Governo de RR anuncia dose de reforço para trabalhadores da Saúde mas não diz data


Governo afirma que nova etapa da campanha está em planejamento e aguarda autorização do Ministério da Saúde. Atualmente, dose de reforço contra a Covid é aplicada em idosos acima de 70 anos e pessoas imunossuprimidas. Trabalhadores da Saúde vão receber dose de reforço contra a Covid
Prefeitura de Boa Vista/Divulgação
O governo de Roraima anunciou que a dose de reforço contra a Covid-19 será aplicada nos trabalhadores da Saúde, no entanto, não informou a data para o início.
No anuncio feito nesta terça-feira (28), o governo disse que essa etapa da campanha está em fase de planejamento e aguarda liberação do Ministério da Saúde. Atualmente, a dose de reforço é liberada no estado apenas para idosos acima de 70 anos e pessoas imunossuprimidas (baixa imunidade).
A vacinação de reforço dos profissionais da área foi aprovada pelo Ministério da Saúde no último dia 24, e deve ocorrer preferencialmente com dose da Pfizer, após seis meses da segunda aplicação. Estados como São Paulo e Maranhão já aplicam a dose de reforço nos trabalhadores da Saúde.
De acordo com o governo, em Roraima mais de 16 mil profissionais estão com o esquema vacinal completo. Até o momento, cerca de 20.257 profissionais da saúde tomaram a primeira dose da vacina contra a covid, 16.586 tomaram a segunda dose e 114 tomaram dose única.
Mais doses
Nessa terça-feira Roraima recebeu mais 13.110 doses contra a Covid. No total, 9.360 doses são da Pfizer e 3.750 doses da AstraZeneca.
O estado já recebeu 762.268 doses de vacinas. Destas, 383.518 foram aplicados, sendo 279.938 como a primeira dose, 93.688 como a segunda e 9.683 pessoas receberam a dose única.
Entenda quem são os imunossuprimidos
As pessoas com baixa imunidade são chamadas de imunossuprimidas ou imunocomprometidas.
Esse grupo considera, por exemplo, pessoas com câncer, pessoas vivendo com HIV, transplantados e outros com o sistema imune fragilizado, o que deixa o paciente mais suscetíveis a infecções.
Pessoas transplantadas de órgão sólido ou de medula óssea;
Pessoas com HIV e CD4 10 mg/dia ou recebendo pulsoterapia com corticoide e/ou ciclofosfamida;
Pessoas em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias;
Pessoas com neoplasias hematológicas;
Pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos seis meses.
Adicionar aos favoritos o Link permanente.

Os comentários estão desativados.