Governo vê movimento difuso de caminhoneiros com situação crítica no Sul

Integrantes do governo federal que monitoram de perto os bloqueios feitos por caminhoneiros em estradas do Brasil desde essa quarta-feira (8/9) avaliam que o movimento é “difuso e heterogêneo”.

Na avaliação de técnicos do Ministério da Infraestrutura, a categoria está indo além dos ataques ao Supremo Tribunal Federal (STF) e incorporou pautas como a redução do preço do diesel.

“O problema de greve de caminhoneiro é que você pode até saber como começa, mas não sabe como termina”, avaliou à coluna uma fonte do Ministério da Infraestrutura.

O monitoramento da pasta aponta que, na manhã desta quinta-feira (9/9), a situação mais crítica está na região Sul, que concentra mais da metade das ocorrências, sobretudo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, tem monitorado o movimento. Na manhã desta quinta, ele foi ao Palácio do Planalto para reunião com o presidente Jair Bolsonaro sobre o tema.

A interlocutores, o ministro previu que a tendência é que a situação se normalize nos próximos dias. Ele ressalta que os últimos três boletins de monitoramento vêm apontando queda das ocorrências.

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