José Faraco:   “Governos precisam de mais  tecnologia para combater o terrorismo”

O engenheiro José Fernando Xavier Faraco, fundador e presidente da Digitro Tecnologia, presidia a Fiesc, em evento estadual, no momento exato do atentado às tores gêmeas, em Nova Iorque, naquela manhã de 11 de setembro de 2001.   Decorridos exatos  20 anos, analisa os efeitos do fato histórico.

Engenheiro criou empresa de alta tecnologia em segurança – Foto: Arquivo

Que lições ficam do terrível atentado em Nova Iorque?
O mundo, na era do extremismo radical e do terrorismo como arma, definitivamente tem que dar adeus à inocência …. Quem imaginaria, há vinte anos atrás, um ataque com mísseis as torres gêmeas sendo que estes mísseis estavam disponíveis em solo americano, recheados de pessoas inocentes que foram lançadas contra edifícios com milhares de outros inocentes dentro?  O mundo hoje lida com extremistas que adotam conceitos como  “o mal sem limites” e, para combater seus efeitos  a vigilância investigativa permanente com emprego de coquetéis de ferramentas de Inteligência é fundamental..
Para combatê-lo com EFICIÊNCIA, a sociedade precisa extirpar as vaidades & ciúmes funcionais dos “pequenos reinos” que normalmente existem na Administração Pública dos órgãos de Segurança & Inteligência
A negligência a este princípio foi letal aos EUA no caso em foco…

Os governos não deviam investir mais em inteligência artificial e tecnologia para combater as organizações criminosas?
É fundamental que os governos invistam em tecnologias de Inteligência, aí compreendidos os vários ambientes através dos quais o terrorismo se articula.  O espectro de comunicações de rádio precisa da eterna vigilância assim como as triviais redes sociais da internet.  A DeepWeb é outro ambiente que precisa capítulo especial no afã da Segurança, pois é território sem dono e por ali articula-se um universo ilegal. E que tenham atenção com a procedência das tecnologias de comunicação de massa que internam em suas redes nacionais tendo em vista os backdoors, as “chupetas” que podem estar “dormindo” no software embarcado e serem “tele acordadas”…
Está questão está bastante evidente na discussão das origens da tecnologia 5G que o Brasil irá adotar logo à frente…

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