Líderes europeus prestam homenagens às vítimas do 11 de setembro

A rainha da Inglaterra disse que ainda reza pelas vítimas, suas famílias e as equipes de emergência que atenderam aos chamados. O presidente francês, Emmanuel Macron, postou um vídeo mostrando a bandeira americana na entrada do Palácio do Eliseu, em Paris, e escreveu: “Jamais esqueceremos”. Líderes europeus se pronunciam sobre o marco de vinte anos do 11 de setembro
Líderes europeus se pronunciaram sobre o marco de 20 anos do 11 de setembro.
No Castelo de Windsor, o hino nacional americano foi tocado na manhã deste sábado (11) durante a tradicional troca da guarda. Uma homenagem de um dos maiores aliados dos Estados Unidos.
A rainha da Inglaterra disse que ainda reza pelas vítimas, suas famílias e as equipes de emergência que atenderam aos chamados. Elizabeth II lembrou a visita que fez ao memorial em Nova York, em 2010, e elogiou a resiliência das comunidades que se uniram para se reerguer.
O primeiro-ministro britânico postou um vídeo de quase três minutos. Segundo Boris Johnson, certas datas marcam a nossa memória coletiva, mas que agora, com a perspectiva de 20 anos, é possível afirmar que os terroristas falharam em destruir a nossa crença em sociedades livres e democráticas.
O ex-primeiro-ministro britânico, David Cameron, contou que sofreu de ansiedade ao tentar falar com a esposa, que estava em Nova York a trabalho. Só conseguiu horas depois dos ataques e lamentou que milhares de outras famílias nunca sentiram o mesmo alivio.
O Reino Unido foi o segundo pais que mais perdeu cidadãos nos ataques de 11 de setembro — depois, claro, dos Estados Unidos. Foram 67 vitimas. Cada nome está eternizado em um memorial, erguido em 2003. No alto dele, a mensagem: “O luto é o preço que pagamos por amar.”
O primeiro-ministro australiano disse que o 11 de Setembro nos lembra como a liberdade é frágil, e precisa ser preservada.
O presidente francês, Emmanuel Macron, postou um vídeo mostrando a bandeira americana na entrada do Palácio do Eliseu, em Paris, e escreveu: “Jamais esqueceremos”.
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