MPF analisa denúncia de dominação da Terra por ETs e cópias alienígenas de Bolsonaro

Uma denúncia no mínimo inusitada foi analisada pelos procuradores do MPF (Ministério Público Federal) durante sessão do Conselho Institucional, na última quarta-feira (15).

Uma Notícia de Fato sobre a “dominação da Terra por alienígenas” foi sustentada durante a sessão pelo denunciante. O prosseguimento do caso foi negado de forma unânime pelo conselho.

Alguns procuradores do MPF não conseguiram segurar a risada durante leitura de sustentação sobre dominação alienígena – Foto: Reprodução/Youtube

O homem exigiu que a argumentação fosse realizada de forma presencial, por questões de segurança, mas não foi atendido. Ele argumentou de forma remota, em uma reunião virtual.

Na sustentação, os procuradores ouviram que o planeta Terra foi invadido por extraterrestres reptilianos e subespécies. Estes extraterrestres estariam criando cópias de pessoas.

Uma dessas cópias seria o presidente da República, Jair Bolsonaro. Aliás, Bolsonaro é o político que mais possui cópias no mundo, de acordo com o denunciante. Prova disso seriam fotos do abdômen do presidente, com e sem cicatrizes, que representariam diferentes “versões”.

Outra personalidade que possuiria muitas cópias no mundo é o jornalista Glenn Greenwald, que segundo ele não teria nascido na Terra, de forma natural, e é um “membro subespécie”.

Além disso, a pandemia da Covid-19 teria tudo a ver com a tal invasão alienígena, já que seria consequência da cooperação de chineses com os extraterrestres. “Aqueles que cooperassem seriam agraciados com vida eterna”, afirmou.

A análise do caso e a sustentação oral pode ser assistida na íntegra na transmissão do MPF da sessão ordinária. O assunto é posto em debate a partir de 1:40:00. Confira:

Caso foi arquivado e informações desmentidas

Francisco Rodrigues, presidente da comissão, precisou desmentir algumas falas do homem. Como por exemplo a informação declarada por ele de que o procurador que arquivou a denúncia teria sido preso em flagrante por tentar assassiná-lo.

O prosseguimento da denúncia foi negado por unanimidade pelo Conselho Institucional. Mas os autos foram encaminhados ao primeiro grau para análise de possíveis crimes em razão das acusações feitas ao procurador.

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