O relato de quem é cliente do Comunique-se há duas décadas

Há 20 anos recebi o Rodrigo Azevedo com uma solução tecnológica que facilitaria o trabalho de assessoria de imprensa. Nem pensei duas vezes. Aderi ao Comunique-se, com o atendimento exemplar da Rose Silva. Parece fácil hoje, mas foi disruptivo no nosso segmento na época.

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E qual foi o impacto para as assessorias de imprensa? Poupou-nos muito tempo para a atualizar os mailings e agilizou o contato com os jornalistas na redação. Os envios de releases — que iam pelo correio, fax ou por uma base de internet de linha discada — foram aprimorados com as soluções de TI. Ficou rápido, eficaz e fácil para selecionar o que realmente interessava. E vieram demandas, como uma coletiva nacional e online com três porta-vozes. Desafio aceito e cumprido. Tudo deu certo.

Hoje é praticamente impossível trabalhar sem as bases de apoio tecnológico e o mix de serviços, como produzido pelo Comunique-se

Vera Moreira, cliente do Comunique-se desde 2001

A tecnologia foi sendo incorporada nas redações e nas agências de comunicação. Hoje é praticamente impossível trabalhar sem as bases de apoio tecnológico e o mix de serviços, como produzido pelo Comunique-se.

Os parâmetros da comunicação corporativa modificaram de forma radical com a internet, centenas de blogs, os influenciadores, portais de notícias de nicho, centenas de canais no YouTube, podcasts e as dezenas de lives pelas redes sociais dos veículos de imprensa. Assim como a jurimetria revolucionou o mundo jurídico, as mediatechs como o Comunique-se moldam a comunicação contemporânea.

Sou de uma geração de jornalistas que apurava pautas na rua, falava com fontes, tinha um olhar para os problemas urbanos. Com a consolidação das assessorias de imprensa profissionais, e não mais departamento de relação pública, o relacionamento com as redações foi uma sinergia com conteúdo relevante. Os serviços de suporte para o trabalho, com mailing atualizado e disparo de releases, permitiu uma celeridade que seria difícil alcançar.

As redações encolheram muito antes da crise com a pandemia, dando espaço para jornalistas mais jovens que já têm a pegada tecnológica. Os demais se adaptaram muito rápido aos devices e a rapidez como a notícia se espalha no mundo.

A produção de conteúdo das agências de comunicação é aliadas poderosa do jornalismo moderno

Vera Moreira, cliente do Comunique-se desde 2001

Se nos anos 80, a emissora onde eu trabalhava tinha 25 repórteres, mais de dez redatores e editores, cinco rádio-escuta, chefes de reportagem, sete comentaristas altamente renomados, entrevistas presenciais; hoje são equipes reduzidas e âncoras que precisam estar muito bem informados. Por isso, a produção de conteúdo das agências de comunicação é aliada poderosa do jornalismo moderno.

Ficou muito mais difícil para as assessorias de imprensa trabalhar dentro dessas métricas de abertura de e-mails, discutir uma pauta com o repórter trabalhando de casa ou simplesmente disputar espaço num momento em que as pautas são sempre semelhantes.

Por isso, é importante investir em soluções de comunicação – seja serviço ou conteúdo – que tenham como resultado agregar valor ao cliente e aos usuários das plataformas de notícia. 

Relacionamento ainda é tudo na comunicação. O bom jornalismo não morre, se reinventa. 

Parabéns ao Comunique-se pelos 20 anos. Muitos desafios virão e contamos com suas soluções.

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Por Vera Moreira. Jornalista, repórter há 40 anos e sócia fundadora da Vera Moreira Comunicação (VMC), agência com 26 anos de mercado e que é cliente do Comunique-se desde 2001.

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