Operação da PF mira garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Munduruku, no PA; uma pessoa foi presa


Além da prisão, os policiais federais também cumpriram três mandados de busca e apreensão em Itaituba, sudoeste do estado. Operação da PF mira garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Munduruku, no Pará.
Reprodução / PF
A terceira fase da operação Bezerro de Ouro, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta (9), cumpriu três mandados de busca e apreensão e um de prisão expedidos pela Justiça Federal, em Itaituba, sudoeste do Pará.
A ação investiga garimpos ilegais de ouro no interior da Terra Indígena Munduruku, uma das mais devastadas pela atividade irregular na Amazônia.
Foram apreendidos aparelhos celulares, bloqueio e sequestro de bens. O alvo da operação não foi divulgado pela PF.
Segundo a PF, o inquérito policial que deu origem às medidas cumpridas nesta quinta investiga o crime de usurpação mineral – que prevê pena de prisão de um a cinco anos, além de multa.
Operação
A primeira fase da operação Bezerro de Ouro foi deflagrada em 6 de agosto de 2020. À época, foram seis mandados de busca e apreensão e sequestro de bens.
Em seguida, a segunda fase, em 25 de setembro daquele ano, foi uma ação conjunta da PF com a Força Aérea Brasileira, Exército e Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), fazendo incursão dentro da TI Munduruku. O objetivo foi desativar garimpos ilegalmente instalados dentro da área protegida por lei.
Em nota, a PF disse que a legislação brasileira não permite a obtenção de lavras garimpeiras dentro de áreas demarcadas como Terra Indígena e que, por isso, os garimpos dentro destas áreas são alvos da operação e considerados ilegais.
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