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Carnaval 2024: escolas de samba encantam no 1º dia de desfile em Corumbá

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As agremiações Marquês de Sapucaí; Mocidade Independente da Nova Corumbá; Caprichosos de Corumbá; Acadêmicos do Pantanal e A Pesada surpreenderam o público. Muita emoção, brilho, samba no pé, alegria e entusiasmo! Esses foram alguns dos elementos que marcaram e tornaram mais que especial o primeiro dia dos desfiles das escolas de samba de Corumbá, a 444 quilômetros de Campo Grande, realizado neste domingo (11), na Passarela do Samba, formada pela rua Frei Mariano e avenida General Rondon.
Considerado o maior Carnaval do Centro-Oeste, as agremiações Marquês de Sapucaí; Mocidade Independente da Nova Corumbá; Caprichosos de Corumbá; Acadêmicos do Pantanal e A Pesada surpreenderam o público.
A Marquês de Sapucaí entrou na avenida com seu enredo “Sou Guerreiro Valente Guaicuru – A Minha Resistência foi para sua Existência”. Os 700 componentes, distribuídos em 16 alas, contaram a história e trajetória da etnia Guaicuru que habitava os estados do Mato Grosso do Sul, Goiás e no Paraguai (região do Chaco).
Marquês de Sapucaí
Reprodução
Já a escola Mocidade Independente da Nova Corumbá, atual bicampeã do carnaval corumbaense, prestou homenagens ao cantor, compositor e ator sul-mato-grossense, Almir Sater.
Em busca do tricampeonato consecutivo, a Mocidade levou para a Avenida 750 componentes em 20 alas. Seu desfile transformou a passarela do samba num palco para as histórias, letras e canções de Almir Sater. Obra que se confunde com a história e identidade cultural pantaneira e de Mato Grosso do Sul.
Mocidade Independente da Nova Corumbá
Reprodução
O desfile do Grêmio Recreativo Escola de Samba Caprichosos de Corumbá desmistificou, na avenida General Rondon, a figura do a Zé Pelintra, entidade espiritual muito conhecida nas tradições afro-brasileira. O enredo “Salve Zé, salve os malandros e salve a malandragem” pôs por terra a ideia que malandro e maldade são sinônimos.
Caprichosos de Corumbá.
Reprodução
Penúltima a desfilar, a Acadêmicos do Pantanal apostou suas fichas na mais tradicional festa popular de Corumbá: o São João. Com o enredo “Banho de São João de Corumbá, Patrimônio Cultural e Imaterial do Nosso Pantanal”, seus 500 componentes contaram as origens da festa que reúne o sagrado e o profano na beira do rio Paraguai na noite de 23 para 24 de junho.
As 16 alas do desfile contaram que o São João Pantaneiro é único, pela tradição do banho ou batismo, com influências da cultura portuguesa e incorporação de danças indígenas e africanas, onde se destacam os cantadores de cururu e suas violas de cocho e as cirandas do siriri no levantamento do mastro do santo.
Acadêmicos do Pantanal.
Reprodução
A primeira noite dos desfiles das escolas de samba terminou com a apresentação da A Pesada. A escola homenageou o médico corumbaense, radicado em Campo Grande, Victor Rocha. O enredo “De Corumbá nasce o sonho de um pantaneiro, de Campo Grande, a realização de um doutor Victor Rocha, um menino sonhador” foi defendido por 1.100 componentes divididos em 20 alas.
A Pesada.
Reprodução
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