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Moradores de comunidades do Lago Grande registram mortes de peixes nos rios devido à vegetação

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Moradores locais têm relatado dificuldades para navegar em rios e lagos devido à presença do capim. Peixes mortos na vila de Curuai, no Lago Grande
Reprodução
Uma seca história e prolongada seguida pelo início do inverno amazônico tem desencadeado um fenômeno preocupante em diversas regiões que foram afetadas pela estiagem. Moradores de comunidades da região do Lago Grande, em Santarém, no oeste do Pará, fizeram o registro na semana passada de centenas de peixes mortos devido à vegetação nos rios.
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De acordo com o padre Antônio Deuzin, morador da comunidade da Vila do Curuai, durante o período de seca, áreas que costumavam ser cobertas por água são deixadas expostas, permitindo o crescimento de capim e outras vegetações. Com a chegada das chuvas e subida dos rios essas áreas são rapidamente inundadas, criando uma camada densa de vegetação na superfície da água.
Comunidade Vila Curuai, no Lago Grande, registra mortes de peixes
Reprodução
Ainda de acordo com o padre, essa vegetação se torna um obstáculo para embarcações que navegam nas áreas afetadas, podendo até mesmo causar acidentes. Além disso, a vida aquática também é afetada, com os peixes sendo empurrados para as margens em busca de água e alimento. A densa vegetação aquática pode dificultar a sua movimentação e até mesmo levar à sua morte por falta de oxigênio em áreas rasas.
Moradores locais têm relatado dificuldades para navegar em rios e lagos devido à presença do capim, que pode se prender nas hélices dos motores das embarcações. Eles também ressaltaram o forte odor devido a muita quantidade de peixes mortos.
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