Terceira dose da vacina de Oxford não é necessária para todos, diz criadora do imunizante

Em entrevista ao jornal britânico Daily Telegraph, Sarah Gilbert afirmou que reforço deve ser direcionado para países com alta nos números de casos

Reino Unido estuda possibilidade de 3ª dose da AstraZeneca. | Foto: reprodução.

A criadora da vacina de Oxford, Sarah Gilbert, afirmou, na última quinta-feira (9), que a terceira dose da vacina não é necessária para todas as pessoas. Em entrevista ao jornal britânico Daily Telegraph, a cientista disse que o reforço deve ser aplicado somente em casos de extrema necessidade.

A preocupação de Sarah Gilbert é levar vacina para países onde poucas pessoas estão imunizadas. Assim, a 3ª dose deveria ser aplicada somente em lugares onde os casos estão altos.

O planejamento de aplicação da 3ª dose no Brasil está em andamento. No Reino Unido, por outro lado, o órgão consultivo de vacinas ainda não deu parecer final sobre o tema. A expectativa é que os britânicos com mais de 50 anos sejam vacinados com o reforço antes do inverno europeu, que começa em dezembro.

Segundo a criadora da vacina de Oxford/AstraZeneca, é preciso examinar cada situação. A terceira dose deve ser administrada em grupos de riscos, como idosos e imunocomprometidos.

No Reino Unido, quase 89% da população com 16 anos ou mais já tomou a 1ª dose. O índice de aplicação do reforço também é alto. O país encomendou mais de 540 milhões de doses de sete vacinas aprovadas pelos órgãos reguladores. Além disso, devem doar 100 milhões de doses extras aos países pobres antes dos primeiros meses do ano que vem.

Fonte: Metrópoles.

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