Veja as doenças que você pode pegar na academia e provavelmente nem saiba

Todo lugar onde há um tráfego intenso de pessoas aumenta a exposição a doenças. Na academia não é diferente. Você já parou para pensar que os equipamentos nas academias podem servir de lar para vários micróbios capazes de impactar a sua saúde?

Por isso é preciso tomar certos cuidados para evitar doenças como a conjuntivite. Essa doença, que consiste em uma inflamação ou irritação nas membranas internas e externas da pálpebra, é altamente contagiosa e facilmente contraída se não houver a higienização das mãos.

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O seu principal sintoma é a coceira interminável e também o desenvolvimento de uma “crosta” durante a noite nas partes machucadas. Portanto, nunca leve sua mão aos olhos após tocar no equipamento da academia.

Outra doença que é bastante comum é a frieira, também conhecida como pé-de-atleta. Essa infecção começa, geralmente, entre os dedos dos pés e na zona da virilha.

A frieira é uma doença transmitida normalmente no contato de pele com pele ou pelo chão molhado de piscinas e academias. O fungo desencadeia uma série de erupções cutâneas que causam coceiras, podendo provocar descamação ou formação de bolhas.

A foliculite é uma doença comum ocasionada pela inflamação dos folículos capilares no corpo. Posteriormente, pode resultar na formação de uma acne ou uma lombada vermelha em volta do folículo atingido. É causada principalmente por fungos ou pelos dutos de suor obstruídos.

Você pode facilmente contrair esse fungo ao dividir a toalha com alguma pessoa ou através do equipamento sujo da academia. Nesses casos, o ideal é que o indivíduo não use roupas apertadas que não deixem o corpo respirar e higienizem todos os aparelhos antes de usar.

Enquanto a foliculite atinge a parte mais superficial da pele, o furúnculo atinge mais profundamente, alcançando a derme. Essa infecção, geralmente causada pela bactéria Staphylococcus aureus, acomete o folículo piloso (pelo), a glândula sebácea e o tecido ao redor. Surge especialmente nas regiões com pelos e mais expostas à umidade, pressão e atrito, ou a substâncias gordurosas que facilitam a obstrução dos folículos pilosos. Face, pescoço, costas, axilas, coxas e nádegas são as áreas mais vulneráveis.

Por isso é importante manter as mãos sempre limpas e cuidadosamente lavadas. Essa é a medida mais eficaz para prevenir a manifestação de furúnculos ou sua recorrência. Deve-se, também, evitar as roupas muito justas e as de tecido sintético que dificultam a evaporação do suor, uma vez que atrito e umidade favorecem a ocorrência de lesões da pele.

Apesar da herpes não ser uma doença comumente difundida na academia, ainda é possível contraí-la nesses lugares. Esse vírus causa verrugas nas genitais ou feridas na boca e pode entrar no organismo através de cortes ou feridas abertas. Em alguns pacientes, pode provocar sintomas de gripe.

Mesmo que a maior incidência de contaminação seja através do sexo, a herpes pode ser contraída por meio do compartilhamento de saliva com um indivíduo infectado, como o uso de garrafas d’água, por exemplo.

A Covid-19 é outra doença que pode ser contraída na academia. O vírus Sars-CoV-2 se espalha através das partículas de saliva com extrema facilidade, especialmente em ambientes fechados.

Por isso, é essencial que as pessoas façam o uso das máscaras enquanto não conseguirmos estabelecer medidas concretas para impedir a disseminação da doença e também realizam constantemente a higienização dos aparelhos da academia e das próprias mãos.

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